“...sinto uma pontada de ciúme temperada a possessividade. Meus anseios se misturam a vontades incessantes de vulgaridades..preciso de ar, puro, novo! Desafios e porque não objetivos? Estabelecer metas nem sempre é prazeroso, porem não dá significado aquilo que fazemos... Como diria Raul – “Porque foi tão fácil conseguir e agora eu me pergunto, e daí?”
E me perguntarei freqüentemente... O que mais o mundo tem a me oferecer? Experiências são esquecidas facilmente e lições se aprendem ate em desenhos do pica pau... Mas variedades, performances, novidades... Não! Precisamos de inovações, novas fés e descrenças.
Um mundo novo... ou um novo mundo...”


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